Claude Skills: como ensinar a Inteligência Artificial a trabalhar à sua maneira

Ensine a Inteligência Artificial a seguir as suas preferências e a trabalhar de acordo com a sua forma de fazer as coisas.
As Skills permitem personalizar o Claude para diferentes tarefas, tornando a Inteligência Artificial mais útil e adaptada à forma como cada pessoa trabalha.

A funcionalidade do Claude que quase ninguém usa: ensine-o a trabalhar à sua maneira

Há uma diferença importante entre pedir alguma coisa a uma inteligência artificial e ensinar uma inteligência artificial a executar uma tarefa de acordo com um determinado método.

A maioria das pessoas utiliza o Claude da primeira forma. Abre uma conversa, escreve um pedido, recebe uma resposta e, quando precisa de fazer algo semelhante alguns dias depois, começa novamente do zero. Pode até guardar um prompt elaborado, mas continua a ser necessário explicar ao Claude o que pretende e fornecer-lhe as instruções certas.

As Skills do Claude foram criadas para resolver precisamente este problema.

Uma Skill é, essencialmente, um conjunto organizado de instruções, recursos e, quando necessário, scripts que o Claude pode carregar quando identifica que são relevantes para a tarefa que está a executar. Em vez de ter de explicar repetidamente um determinado processo, é possível transformar esse processo numa capacidade reutilizável. 

É uma funcionalidade que pode parecer técnica à primeira vista, mas a ideia é bastante simples: pode ensinar o Claude a trabalhar segundo as suas próprias regras.

O que são, afinal, as Skills?

Imagine que trabalha numa empresa e que todos os relatórios mensais têm de seguir determinadas regras.

O título tem de aparecer de uma determinada forma, os dados devem ser organizados por ordem específica, determinados indicadores têm de ser sempre analisados e a conclusão deve seguir uma estrutura definida pela empresa.

Sem uma Skill, poderia escrever algo semelhante a:

“Analisa este relatório. Usa o nosso formato habitual. Primeiro apresenta os principais indicadores, depois compara com o mês anterior, identifica desvios superiores a 10% e termina com três recomendações. Usa português de Portugal e segue a estrutura do nosso relatório anterior.”

O Claude consegue fazer o trabalho. O problema é que essas instruções continuam a depender de cada pedido.

Com uma Skill, esse conhecimento pode ser transformado num procedimento reutilizável. Quando o Claude identifica que a tarefa corresponde à Skill, carrega as instruções necessárias e aplica-as.

A Anthropic explica que as Skills funcionam através de um sistema chamado progressive disclosure: o Claude verifica quais as Skills disponíveis, identifica as que são relevantes e carrega apenas a informação necessária para executar a tarefa. Isto evita colocar todas as instruções no contexto de todas as conversas. 

Esta característica é particularmente importante porque significa que uma Skill não é simplesmente um enorme prompt que fica permanentemente colado a todas as conversas.

É mais parecido com uma ferramenta especializada que o Claude sabe quando deve utilizar.

Porque é que isto é diferente de guardar um prompt?

Esta é provavelmente a distinção mais importante para perceber o potencial das Skills.

Um prompt guardado contém instruções. Uma Skill pode conter instruções, exemplos, recursos, ficheiros de referência e até código executável. Skills simples podem ser criadas apenas com instruções em Markdown, enquanto workflows mais avançados podem incluir scripts e vários ficheiros. 

Imagine, por exemplo, que é responsável por conteúdos de uma empresa.

Poderia criar um prompt que dissesse ao Claude para escrever artigos com determinado tom. Mas uma Skill poderia incluir:

  • as regras editoriais da empresa;
  • o tom de voz;
  • exemplos de artigos aprovados;
  • palavras e expressões que devem ser evitadas;
  • a estrutura utilizada nos diferentes tipos de artigos;
  • regras para títulos e subtítulos;
  • critérios de revisão;
  • ficheiros de referência;
  • scripts para executar determinadas operações.

O resultado deixa de ser apenas um prompt melhor.

Passa a ser um processo editorial que o Claude consegue reutilizar.

A grande mudança: passar de “perguntar” para “ensinar”

É aqui que as Skills se tornam especialmente interessantes.

Os modelos de inteligência artificial são normalmente apresentados como ferramentas que sabem muitas coisas. O utilizador pergunta e o modelo responde.

As Skills introduzem uma lógica diferente: o Claude pode receber conhecimento sobre a forma como uma determinada tarefa deve ser realizada.

Isso é especialmente útil porque muitas tarefas profissionais não são difíceis por falta de conhecimento geral. São difíceis porque cada organização tem os seus próprios procedimentos.

Uma agência pode ter uma forma específica de preparar propostas. Um contabilista pode ter um processo específico para analisar determinados documentos. Um departamento comercial pode ter regras próprias para qualificar oportunidades. Uma equipa de recursos humanos pode ter um modelo específico para resumir entrevistas.

Esse conhecimento normalmente está espalhado por documentos, emails, exemplos, ficheiros e, sobretudo, pela experiência das pessoas que trabalham na organização.

Uma Skill permite começar a empacotar esse conhecimento para que possa ser utilizado de forma mais consistente pelo Claude. A própria Anthropic aponta a captura de conhecimento organizacional como uma das principais utilizações das Skills. 

Um exemplo simples: criar uma Skill para escrever artigos

Suponha que escreve regularmente artigos para um site.

Todos os artigos devem seguir regras relativamente rígidas:

  • português de Portugal;
  • introdução curta;
  • subtítulos informativos;
  • parágrafos relativamente curtos;
  • termos importantes destacados a negrito;
  • conclusão prática;
  • não utilizar determinadas expressões;
  • não exagerar nas promessas;
  • explicar conceitos técnicos numa linguagem acessível.

Em vez de repetir estas regras em todos os pedidos, pode criar uma Skill editorial.

Depois, o pedido pode ser muito mais simples:

“Transforma estas notas num artigo sobre inteligência artificial.”

Se a Skill estiver disponível e for relevante, o Claude pode utilizar as regras definidas para executar o trabalho.

A grande vantagem não está apenas em poupar algumas linhas de prompt. Está em separar o que quer fazer da forma como normalmente faz esse trabalho.

O pedido define o objetivo. A Skill define o processo.

Outro exemplo: uma Skill para analisar folhas de cálculo

Imagine uma pequena empresa que recebe todos os meses um ficheiro Excel com vendas.

O processo é sempre semelhante:

  1. verificar se existem valores em falta;
  2. identificar valores anormais;
  3. comparar vendas com o período anterior;
  4. calcular determinadas métricas;
  5. agrupar resultados por região;
  6. identificar os produtos com maior crescimento;
  7. preparar um resumo para a direção.

É possível transformar este procedimento numa Skill.

Assim, em vez de explicar todo o processo todos os meses, o utilizador pode fornecer o novo ficheiro e pedir uma análise.

O Claude já dispõe, aliás, de Skills próprias para determinados tipos de criação e análise de ficheiros, incluindo Excel, Word, PowerPoint e PDF. As Skills personalizadas permitem levar esta lógica para workflows específicos de uma pessoa ou organização. 

É uma mudança importante: não estamos apenas a pedir ao Claude que analise dados; estamos a definir como queremos que ele os analise.

É possível criar uma Skill sem saber programar?

Sim.

Uma das características mais interessantes das Skills é precisamente o facto de as Skills simples poderem ser criadas através de instruções em Markdown, sem necessidade de programação. Para workflows mais avançados, podem ser acrescentados scripts executáveis e outros recursos. 

Isto permite começar de uma forma bastante simples.

Por exemplo, uma Skill pode conter instruções como:

“Quando receber um relatório de vendas, começa por verificar a integridade dos dados. Se existirem colunas obrigatórias em falta, informa o utilizador antes de prosseguir. Calcula sempre as métricas A, B e C. Compara os resultados com o período anterior. Considera significativo um desvio superior a 10%. Apresenta as conclusões numa tabela e termina com cinco pontos de ação.”

Quanto mais bem definido estiver o processo, mais útil tende a ser a Skill.

A própria documentação da Anthropic recomenda que uma Skill seja específica, repetível, clara e focada num workflow, em vez de tentar transformar uma única Skill numa espécie de manual para tudo. 

As Skills podem combinar-se

Outra característica que merece atenção é que as Skills são componíveis.

Ou seja, diferentes Skills podem ser utilizadas em conjunto quando uma tarefa exige mais do que uma capacidade. A Anthropic descreve precisamente esta possibilidade: o Claude pode identificar quais as Skills necessárias e coordenar a sua utilização. 

Imagine uma empresa que tem:

  • uma Skill para analisar dados;
  • uma Skill para criar apresentações;
  • uma Skill com as regras da marca;
  • uma Skill para preparar relatórios executivos.

Uma tarefa pode exigir várias destas capacidades.

O valor começa então a aparecer quando as Skills deixam de ser vistas como pequenos prompts individuais e passam a funcionar como peças de um sistema de trabalho.

Skills e conectores não são a mesma coisa

Esta distinção é particularmente importante porque as duas funcionalidades podem ser utilizadas em conjunto.

Um conector permite ao Claude aceder a uma aplicação, serviço ou fonte de dados. Por exemplo, pode permitir pesquisar informação no Google Drive ou interagir com determinados serviços, respeitando as permissões que o utilizador possui nesses serviços. 

Uma Skill, por outro lado, fornece conhecimento processual: explica ao Claude como executar determinado tipo de trabalho.

Uma forma simples de pensar nisto é:

Conector = acesso.
Skill = método.

Imagine que liga o Claude ao sistema de gestão de tarefas da sua empresa.

O conector permite ao Claude aceder ao sistema.

Uma Skill pode explicar:

“Quando uma nova tarefa for criada para a equipa de marketing, atribui-a à pessoa responsável pela área, utiliza esta estrutura de descrição, define esta prioridade e inclui estes campos obrigatórios.”

As duas funcionalidades resolvem problemas diferentes. E é precisamente a combinação das duas que pode tornar determinados workflows muito mais poderosos. A própria Anthropic descreve as Skills como conhecimento procedural e os conectores como acesso a ferramentas e dados externos. 

Skills versus Projects: também há uma diferença importante

Outra confusão provável é entre Skills e Projects.

Um Project serve sobretudo para criar um espaço de trabalho com o seu próprio contexto, ficheiros, instruções e conhecimento.

Uma Skill tem outra função: fornecer um procedimento especializado que pode ser ativado quando é relevante.

A documentação da Anthropic resume a diferença de forma clara: Projects fornecem conhecimento de contexto, enquanto Skills fornecem procedimentos especializados e são carregadas dinamicamente quando necessárias. 

Na prática, podem complementar-se.

Um Project poderia conter os documentos e informação de uma determinada empresa. Uma Skill poderia explicar ao Claude como transformar essa informação num relatório mensal segundo o procedimento definido pela empresa.

O exemplo mais interessante: transformar conhecimento de uma empresa numa Skill

É provavelmente aqui que esta funcionalidade deixa de ser apenas interessante para utilizadores individuais.

Imagine uma empresa com dez funcionários.

Uma pessoa sabe exactamente como preparar uma proposta comercial. Outra sabe como analisar os dados dos clientes. Outra conhece todos os critérios utilizados para classificar leads.

Esse conhecimento pode existir apenas na cabeça das pessoas ou estar parcialmente documentado.

Uma Skill pode ajudar a transformar esse conhecimento num procedimento estruturado e reutilizável.

Em vez de depender exclusivamente de alguém que sabe “como as coisas são feitas”, a empresa pode criar uma Skill que documenta o processo e permite ao Claude aplicá-lo.

Em organizações com planos Team e Enterprise, as Skills podem inclusivamente ser partilhadas e provisionadas para utilização por equipas. Isto permite centralizar determinados workflows e promover uma forma mais consistente de executar tarefas. 

O potencial aqui é maior do que simplesmente aumentar a produtividade de uma pessoa.

Pode ser uma forma de transformar conhecimento institucional em algo reutilizável.

Exemplo prático: uma Skill para reuniões

Considere uma empresa que realiza dezenas de reuniões por mês.

Depois de cada reunião, é necessário produzir:

  • um resumo;
  • as decisões tomadas;
  • as tarefas atribuídas;
  • os responsáveis;
  • os prazos;
  • os pontos que ficaram sem resposta.

Uma Skill pode definir exactamente esta estrutura.

Por exemplo:

“Analisa as notas da reunião. Não confundas sugestões com decisões. Para cada decisão, identifica a pessoa responsável e o prazo quando este estiver explicitamente indicado. Se não existir responsável, assinala ‘por atribuir’. Se não existir prazo, assinala ‘sem prazo definido’. No final, apresenta uma secção chamada ‘Questões em aberto’.”

Depois, as notas da reunião podem ser fornecidas ao Claude sem repetir todo o procedimento.

O resultado tende a ser mais consistente porque o processo foi definido previamente.

Exemplo prático: uma Skill para recursos humanos

Uma equipa de recursos humanos pode criar uma Skill para estruturar entrevistas.

A Skill pode indicar ao Claude como organizar a informação, quais os critérios que devem ser considerados, como separar factos de interpretações e qual o formato do relatório final.

Por exemplo, pode estabelecer que cada entrevista deve resultar em:

  1. resumo da experiência relevante;
  2. competências identificadas;
  3. exemplos concretos fornecidos pelo candidato;
  4. questões que necessitam de esclarecimento;
  5. síntese final baseada apenas na informação disponível.

O benefício não está em permitir que o Claude “decida” quem deve ser contratado. Está em normalizar o processo de organização da informação, deixando a decisão final para as pessoas responsáveis.

Exemplo prático: uma Skill pessoal

As Skills não são apenas para empresas.

Uma pessoa pode criar uma Skill para quase qualquer tarefa que faça repetidamente.

Um estudante pode ter uma Skill para transformar apontamentos em materiais de estudo.

Um investigador pode ter uma Skill para estruturar revisões bibliográficas.

Um freelancer pode ter uma Skill para preparar propostas para clientes.

Um gestor pode ter uma Skill para transformar notas dispersas em planos de ação.

Um criador de conteúdos pode ter uma Skill para adaptar textos ao seu estilo editorial.

Um programador pode criar Skills para determinados processos de desenvolvimento, documentação ou análise de código.

A regra mais simples é esta: se já explicou ao Claude a mesma coisa várias vezes, talvez isso devesse ser uma Skill.

Como começar sem complicar

Não é necessário tentar construir uma Skill enorme logo à primeira.

O melhor ponto de partida é escolher uma tarefa pequena, repetitiva e bem definida.

Por exemplo:

“Sempre que recebo estes dados, preciso de produzir este tipo de relatório.”

Depois, documente o processo.

Explique:

  • quando a Skill deve ser utilizada;
  • qual é o objetivo;
  • quais são os passos;
  • quais são as regras;
  • quais são as exceções;
  • qual deve ser o formato do resultado;
  • inclua exemplos quando forem úteis.

A Anthropic recomenda precisamente que as Skills tenham um propósito específico, instruções claras e exemplos quando estes ajudam a reduzir ambiguidades.

Depois, a Skill pode ser carregada através da área de Skills do Claude. Na interface atual, o processo passa por Personalizar > Skills, onde é possível adicionar uma Skill personalizada através de um ficheiro ZIP contendo a respetiva pasta. 

Uma Skill não deve tentar fazer tudo

Há uma tentação natural de criar uma enorme Skill chamada, por exemplo, “Tudo o que a minha empresa precisa de fazer”.

É provavelmente uma má ideia.

Uma Skill funciona melhor quando está concentrada num workflow específico.

É preferível ter:

  • Skill para relatórios;
  • Skill para propostas comerciais;
  • Skill para análise de dados;
  • Skill para reuniões;
  • Skill para apresentações;

do que uma única Skill com centenas de regras diferentes.

O princípio é semelhante ao de uma caixa de ferramentas: cada ferramenta deve ter uma função clara.

O que isto pode significar para a forma como usamos IA

A evolução mais interessante das Skills não está na possibilidade de poupar algumas linhas de prompt.

Está numa mudança mais profunda na relação entre o utilizador e a inteligência artificial.

Durante muito tempo, utilizar IA significou aprender a escrever bons prompts.

Agora começa a ser possível construir sistemas de trabalho em cima dos modelos.

Em vez de ensinar uma pessoa a escrever o mesmo prompt perfeito vinte vezes, podemos transformar o processo num recurso reutilizável.

Em vez de perguntar ao Claude como fazer uma determinada tarefa de cada vez, podemos definir uma vez o procedimento e deixar que ele seja aplicado quando necessário.

E, talvez mais importante, o conhecimento deixa de estar necessariamente preso a uma única conversa.

Passa a poder ser organizado, atualizado, partilhado e reutilizado.

O detalhe que torna as Skills ainda mais interessantes

Existe uma característica que pode passar despercebida: as Skills não são uma tecnologia exclusiva e fechada do Claude.

A Anthropic publicou a especificação Agent Skills como um padrão aberto, com o objetivo de permitir que o formato seja utilizado por diferentes plataformas e ferramentas que adotem a especificação. Existe também um SDK de referência em Python. 

Isto é relevante porque mostra que o conceito não foi pensado apenas como uma opção de personalização dentro de uma aplicação.

A ideia é mais ampla: empacotar conhecimento procedural de forma que agentes de IA possam descobri-lo e utilizá-lo.

É uma diferença importante entre “guardar um prompt” e construir uma capacidade que pode fazer parte de um sistema de agentes.

O melhor teste para saber se precisa de uma Skill

Há uma pergunta simples que pode ajudar:

“Estou sempre a explicar ao Claude como quero que uma determinada tarefa seja feita?”

Se a resposta for sim, existe uma boa possibilidade de essa tarefa ser candidata a uma Skill.

Procure uma atividade que:

  • se repita frequentemente;
  • tenha regras relativamente estáveis;
  • exija sempre vários passos;
  • tenha um formato de saída previsível;
  • dependa de conhecimento específico seu ou da sua organização.

É precisamente neste tipo de trabalho que uma Skill pode transformar uma utilização ocasional do Claude num workflow reutilizável.

Conclusão: o verdadeiro potencial está em ensinar processos

As Skills podem parecer apenas mais uma funcionalidade dentro do Claude, mas a ideia por detrás delas é consideravelmente mais interessante.

Um chatbot responde a pedidos.

Um modelo com contexto consegue trabalhar com a informação que lhe fornecemos.

Um conector permite-lhe chegar a ferramentas e dados externos.

Uma Skill acrescenta outra camada: ensina-o a executar determinado trabalho de uma determinada maneira.

É por isso que esta funcionalidade merece mais atenção.

O grande salto não acontece quando descobrimos mais um prompt para obter uma resposta ligeiramente melhor. A mudança acontece quando pegamos num processo que repetimos todas as semanas e o transformamos numa capacidade que o Claude pode reutilizar.

Para um utilizador individual, isso pode significar criar um assistente adaptado à sua forma de trabalhar.

Para uma empresa, pode significar transformar procedimentos, boas práticas e conhecimento interno em workflows que podem ser utilizados por toda uma equipa.

E há uma forma muito simples de começar: escolha uma tarefa que já explicou demasiadas vezes ao Claude e transforme-a numa Skill.

É nesse momento que deixa de estar apenas a conversar com uma inteligência artificial e começa, verdadeiramente, a ensinar-lhe como trabalhar.

Enviar um comentário

0 Comentários